jusbrasil.com.br
20 de Novembro de 2017

Referencias bibliográficas para defesa de homens como vítimas de violência doméstica

Como vítima, segundo a lei 11.340

Bruno Giordano
Publicado por Bruno Giordano
há 2 anos

Direito não é o meu metiê, mas por experiência familiar, convivi com diversos casos de homens agredidos, vítimas de um judiciário parcial e de um Ministério Público militante, que perderam suas propriedades, famílias, sofreram ameaças, violência física, patrimonial e psicológica e foram segregados em Varas de Família e Câmaras Criminais. Como não estou aqui para garantir contraditório a agressores (nem se fartam em mim tais recursos), estupradores, assassinos e indivíduos violentos, pois espero que os mesmos paguem pelos seus atos, segundo o peso máximo estabelecido pela justiça com devido processo e amplo direito de defesa; ponho-me em defesa dos injustiçados e enlaço, então, este documento ao trecho de texto referenciado neste ilustre portal (Tribunal confirma que Lei Maria da Penha não pode beneficiar homem).

Para a promotora de Justiça Anamaria Thomaz, “não há contra-senso algum em se buscar a proteção física feminina quando se busca igualdade entre homem e mulher. Ao contrário. A Lei Maria da Penha reconheceu que, apesar de a mulher estar se equiparando aos homens no campo do trabalho, nos valores sociais, na vida afetiva, enfim no seu diaadia (sic), a mulher nunca estará fisicamente igual ao homem”. Acrescenta que “a mulher sempre será vulnerável fisicamente, necessitando, pois, proteção especial do legislador”.

Fonte: http://mp-rs.jusbrasil.com.br/noticias/2159941/tribunal-confirma-que-lei-maria-da-penha-nao-pode-ben...

Vamos analisar o conteúdo das aspas e demolir este equivocado senso comum propalado pela mídia e pelo Ministério Público: o de que mulheres são vítimas quase exclusivas de violência doméstica. A incidência de casos de agressão e homicídios praticados por mulheres contra seus cônjuges disparou no Brasil, exatamente porque a lei Maria da Penha preza pela inimputabilidade penal da mulher em diversos aspectos, mesmo naqueles em que a mesma se põe em igual condição de potencial agressora, como nas praticas de violência psicológica e patrimonial (Deixo aqui os precedentes para quem quiser utilizá-los em Tribunais, nas fontes abaixo).

A primeira e mais efetiva prova de que a violência doméstica praticada contra o homem é comum, banal e 100% negligenciada pelas autoridades, está no Mapa da Violência, 2015. Desde 2010, edição após edição, este documento federal frisa obstinadamente, que a violência é uma questão a afligir, preponderantemente, mulheres e algumas outras minorias. Porém, quando nos debruçamos em uma análise cirúrgica do documento, extraímos alguns dados: Em valores percentuais, as maiores vítimas de homicídios em ambiente doméstico são mulheres (Mapa da Violência, 2015, item 7.4, Homícidio de Mulheres no Brasil), com 27,1% dos casos, enquanto os homens representam 10,1%.

Referencias bibliogrficas para defesa de homens em ltigio

Porém quando analisamos os números em valores absolutos, extraímos a verdade que os autores do documento tentam ocultar: 92% dos homícidios praticados no país ocorrem contra homens, e a percentagem de 10,1% dos casos de assassinatos envolvendo homens como vítimas em domícilio, dispara para 4646 contra 1084 mulheres vitimadas. Um aumento de 4 vezes nos números absolutos envolvendo o extrato masculino.

Referencias bibliogrficas para defesa de homens em ltigio

Embora, de fato, a mulher, via de regra, seja mais frágil fisicamente que o homem, é comum utilizar extensões de sua força em objetos perfuro-cortantes, venenos, líquidos corrosivos, castrações e outras formas de agressões extremas, sorrateiramente, durante o sono do parceiro. Além da máquina judicial, delegacias, defensorias e o Ministério Público, para a pratica de violência patrimonial e psicológica. Conforme os estudos e materias jornalistícas publicadas na mídia atestam (anexos abaixo).

O que pretendo, com este documento e suas fontes, não é criar um libelo pela vitimização masculina e vilificação da mulher, que desfrutou de muitos benefícios advindos da proteção legal proposta pela lei 11.340. O que pretendo, é trazer uma reflexão e munir praticantes do direito de alguma bibliografia a respeito de casos envolvendo violência doméstica onde a mulher é ré. Principalmente, porque nossa sociedade é machista, e o homem, incapaz de assumir-se como vítima e queixar-se, procurando apoio em algum advogado de confiança. De outro lado, temos uma forte militância feminista (governamental ou não), que usufrui oportunamente desse machismo, quando conveniente, para demonizar homens e um senso comum, divulgado pela mídia, de que violência doméstica é sinônimo de violência contra a mulher.

Referencias bibliogrficas para defesa de homens em ltigioInternautas regozijam-se com crime de castração masculina: Crime bárbaro tolerado, e reverenciado em tom de chacota.

Estudos:

Estudo da UNESP mostra que homens sofrem mais violência doméstica,

Mulheres praticam mais violência física do que homens,

Bhona, Fernanda. Violência Doméstica.

Pesquisadora Brasileira séria, sobre violência misândrica,

Casos de mulheres que matam homens, aumentam no Piauí,

Mulheres matam maridos por Vingança,

Mulheres: 70% dos casos de violência contra homens,

Homens de quem não se fala: as vítimas esquecidas da violência na intimidade,

Número de Homens vítimas de violência doméstica dispara,

Há 14 homens por dia que se queixam de violência doméstica,

Homens, mulheres, violência e daltonismo de gênero - Simone Alvim, Psicóloga

https://www.youtube.com/embed/QWXyuYXiTbs

Alguns Casos policiais noticiados em mídia

Filha mata pai a facadas no DF,

Caso do executivo dono da Yoki,

No Acre, mulher mata namorado após recusar pedido de casamento,

Mulher mata vigilante durante discussão sobre quem já tinha levado mais tiros,

Mulher mata marido a facadas após discussão,

Mulher é presa suspeita de matar marido e queimar o corpo, em Goiás,

Mulher mata marido enquanto dormia,

Esposa mata marido após discussão em Avaré,

Idoso é agredido por genro e filha,

Filha mata pai a facadas,

Mulher ataca namorado após ter sexo negado por ele,

Ela deixou meu coração despedaçado", diz menino que viu mãe matar o pai,

RIVAL CIUMENTA! MULHER ATROPELA CASAL E DEIXA SEU EX COM CLAVÍCULA QUEBRADA E A NAMORADA DELE EM COMA,

APANHAVA MUITO DELA! HOMEM SOFRE NAS MÃOS DE MULHER CONTROLADORA E É ESFAQUEADO APÓS QUERER SAIR DE CASA

TRAGÉDIA! MARIDO É MORTO PELA MULHER ENQUANTO ELA TENTAVA ESTACIONAR O CARRO,

Namorada de dono de academia é presa como suspeita de planejar assassinato,

Marido é espancado pela esposa no Bairro do Morumbi

Castrações masculinas - Forma de violência extrema, negligenciada pelas autoridades públicas

Delegada castra marido,

Mulheres em furia, aderem a moda de mutilar pênis de homens,

Mulher que cortou o pênis do Marido em Prisão é poupada,

Mulher é suspeita de cortar o pênis de ex-namorado em Volta Redonda (RJ),

Castração masculina- mais um caso,

2 Comentários

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

O objetivo da Lei n.11.340/2006, seguramente, foi criada para proteger a mulher, vítima de violência doméstica e familiar, obviamente, os autores foram felizes em elaborá-la, no entanto, o juiz diante do caso concreto pode analisar os fatos e ter percepção do grau de violência perpetrada por quem está sendo acusado, eis que, seguramente a mulher que sabe estar acobertada pela lei pode utilizar-se de tal artifício para praticar as mesmas agressões ao homem que supostamente tenha sido alegada no caso concreto, enfim, nós, homens, não podemos deixar que só as mulheres se sintam vitimizadas, pois muitas delas são tão agressoras quantos certos homens violentos, daí a necessidade de reagirmos diante de um protecionismo jurídico e por alguns órgão da mídia, que nem sempre retrata a realidade fática... continuar lendo